Análises

Detroit: Become Human – Review

O futuro depende das nossas escolhas

Visualizações

Detroit: Become Human – De olho no Futuro

Primeiramente, sempre vemos teorias de que, no futuro, seremos substituídos por maquinas em boa parte das tarefas e a inteligência artificial é o maior passo rumo a esse futuro. Detroit: Become Human pega este gancho e cria um enredo repleto de criticas e discussões relacionas ao tema.

O titulo investe bastante tempo nas discussões politicas, trabalhos automatizados e violência domestica, sempre levando pelo ponto de vista de seus três protagonistas: Alex, Kara e Connor

Esta é nossa Historia

  • Markus – Um androide leal ao dono que é um pintor famoso. Ambos possuem uma boa relação de tutor e aprendiz chegando muito próximo de uma relação paterna, mas que não é muito bem vista pelo filho humano que sente ciúme.
  • Kara – É uma androide utilizada para tarefas do lar. Kara acabou de voltar de um conserto depois de sofrer danos graves.
  • ConnorUm modelo de androide desenvolvido especialmente para ajudar a polícia dando auxílio para outros detetives. Entretanto, esses por sua vez não aceitam o fato de terem a companhia de um “robô” para auxiliá-los ou serem seus parceiros contra o crime.

A partir daí, cada um deles segue um caminho que, em determinado momento, acaba cruzando com o dos demais personagens. E a forma com que isso é construído depende demais dos jogadores, já que uma simples decisão pode afetar diretamente o rumo da trama.

Você conta a Historia

Embora muitos jogos sigam esse pretexto, poucos conseguem fazer isso de uma forma tão bem como Detroit: Become Human. O game traz um diagrama que mostra a linha escolhida por você para alcançar o objetivo principal. Essa mesma linha traz uma série de ramificações que influenciam diretamente no objetivo principal daquele capítulo.

Por exemplo, você pode optar por moldar a personalidade de um androide de uma maneira que ele seja bastante hostil. Essa linha de hostilidade vai afetar seu relacionamento com outros personagens e até mesmo a maneira com que seu caminho irá cruzar com o dos outros protagonista.

Além disso, esse Diagrama mostra todos os caminhos opcionais que, por causa das atitudes tomadas, não foram utilizados naquele momento. Isso instiga demais o jogador a iniciar um novo jogo procurando caminhos alternativos aos que foram traçados na primeira vez, criando um fator replay raro para esse tipo de jogo.

Jogabilidade facil

Além disso Detroit tem a mesma jogabilidade dos jogos já lançados pela Quantic Dream, mas aprimorando aspectos do gênero Point and Click de forma que você se move pelos cenários e procura por pistas enquanto utiliza os sentidos dos androides para aprimorar os detalhes da busca

Outro elemento que se agrega a essa jogabilidade mais simples se refere a combinação de comandos em determinadas cenas. Basicamente você precisa apertar os botões que surgem na tela no momento exato, um pouco similar ao que é adotado em jogos musicais. Ou seja, nada de comandos específicos para um determinado movimento ou coisas parecidas.

A grande novidade desse jogo é uma área maior de exploração, o que permite também encontrar mais elementos para complementar suas ações.

Ambientação futurista incrivel

Detroit: Become Human utiliza captação de atores reais para produzir seus personagens. Tudo isso tornou toda a experiencia do jogo quase como assistir um filme interativo o que torna tudo mais belo e melhora em vários tópicos a experiencia.

A ambientação também agrada bastante. Com uma incrível mescla de elementos futuristas – carros voadores, telas transparentes e engenhocas coloridas – junto a construções dos dias atuais, o game consegue convencer o jogador de que o futuro não tão distante finalmente chegou.

A dublagem também conta com vozes conhecidas do público brasileiro.  Abrilhantado por interpretações incríveis que tornam o jogo bem real em suas discussões

Enfim, para acessar a pagina oficial do jogo, clique aqui.

Mas para mais analises, clique aqui.

Geral da análise

Gameplay8.8
Historia10
Arte9.1
Trilha sonora6.5
Falacomoflavio
O autorFalacomoflavio
Redator
Fã de jogos Indie. Narro RPG nas horas vagas