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Dark Side Mágico de Oz: o que o clássico filme de 1939 tem a ver com o álbum do Pink Floyd

Você conhece o Dark Side Mágico de Oz? Embora a banda negue a conexão entre as duas obras, o álbum e o filme se sincronizam em diversos momentos do filme, ganhando o apelido carinhoso de Dark Side Mágico de Oz ou Dark Side of the Rainbow, fazendo alusão a trilha sonora, Somewhere Over the Rainbow.

Você conhece o Dark Side Mágico de Oz? Embora a banda negue a conexão entre as duas obras, o álbum e o filme se sincronizam em diversos momentos do filme, ganhando o apelido carinhoso de Dark Side Mágico de Oz ou Dark Side of the Rainbow, fazendo alusão a trilha sonora, Somewhere Over the Rainbow.

Enquanto o filme protagonizado por Judy Garland vem do final da década de 30, o The Dark Side of the Moon, o oitavo álbum de estúdio da banda britânica, foi lançado em 1 de março de 1973. Mas foi só em abril de 1995 que começaram os boatos sobre a sincronia das obras, e embora a banda tenha negado a teoria diversas vezes, a semelhança é tanta que a lenda ganhou vida própria.

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Para que a experiência dê certo, o álbum deve começar a tocar exatamente quando o leão da Metro-Goldwyn-Mayer dá seu terceiro rugido no filme, o que ocorre em 0’08”, mas existem outros pontos onde a sincronia se mostra certeira também e que ajudam o telespectador a saber se está no tempo certo.

No minuto 4’01” – Enquanto Dorothy se equilibra na cerca do chiqueiro da fazenda, como se estivesse em uma corda bamba, a música “Breathe” canta “equilibrado(a) na maior onda”

Segundos depois em 4’09”, Dorothy cai por acidente dentro do chiqueiro depois de tentar caminhar pela cerca. A queda marca o início da música “On The Run”, muito mais tensa e acelerada.

Mais para frente, aos 8’02”, os despertadores no início da música “Time” ultrapassam a tela e conseguem acordar Dorothy, que sonhava com um lugar bonito e livre de problemas.

Ainda na música “Time”, aos 11’05” do álbum, a letra diz “ninguém lhe disse quando correr”, e então, a cena muda para Dorothy fugindo de casa com Totó.

Mais para frente, no minuto 13’54”, “Breathe” se repete no álbum, inserida no final da música anterior, “Time”, e seus primeiros versos são “Casa, em casa novamente” – enquanto no filme, o vidente diz a Dorothy voltar para sua casa.

É no minuto 16’11”, conforme o tornado começa, que a música “Great Gig In The Sky”, Grande Show no Céu, em tradução livre, fica agitada e podemos ouvir um gemido, que a teoria diz ser análogo aos gritos de Dorothy no filme.

Já em Oz, em 19’32” a música “Money” se inicia. Essa é a primeira cena colorida em todo o filme, e “Money” é a primeira faixa do lado B do vinil, representando a primeira vez que Dorothy conhece Oz.

Em 21’13” somos apresentados a Glinda, a Bruxa Boa do Norte, que vem flutuando em uma bolha para recepcionar Dorothy na Terra de Oz. Nesse momento, a letra de “Money” diz: “não me venha com essa bobagem de que fazer o bem é bom”, mostrando que a Bruxa Boa não é tão boa assim.

Lá para frente, em 33’45”, Dorothy se despede dos munchkins e da Bruxa Boa do Norte para iniciar sua jornada por conta própria. A transição da cena marca o início da música instrumental “Any Colour You Like”

E em 37’26”, a protagonista finalmente encontra o Espantalho. Sem cérebro, ele canta o que faria se tivesse um. Enquanto o Espantalho dança, os versos iniciais da música “Brain Damage” (“dano cerebral”) repetem a frase “o lunático está na grama”.

E em 42’38”, no final da música “Eclipse”, é possível ouvir batimentos cardíacos – bem no momento em que Dorothy põe os ouvidos no peito do Homem de Lata para descobrir que ele não possui coração.

O que dizem oficialmente sobre Dark Side Mágico de Oz

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Alan Parsons, engenheiro de som do Abbey Road Studios, em Londres, onde foi gravado The Dark Side of the Moon, sempre foi questionado se o álbum havia sido deliberadamente alinhado ao filme O Mágico de Oz, algo que ele nega veementemente.

Segundo o engenheiro de som, não havia mecânica suficiente para fazer isso, e que concorda que a suposta conexão do álbum com o filme O Mágico de Oz é divertida, mas não há nada mais do que coincidência.

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Dorothy e seu cachorro Totó são levados para a terra mágica de Oz quando um ciclone passa pela fazenda de seus avós no Kansas. Eles viajam em direção à Cidade Esmeralda para encontrar o Mago Oz e no caminho encontram um Espantalho, que precisa de um cérebro, um Homem de Lata sem um coração e um Leão Covarde que quer coragem. O Mago pede ao grupo que tragam a vassoura da Bruxa Malvada do Oeste a fim de ganharem sua ajuda.

Disponível no HBO Max

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O filme é bastante antigo mas contribui para grande parte das lendas hollywoodianas devido ao vies sombrio que o longa acompanha. Uma longa lista de abusos e coisas macabras acompanha o filme de Victor Flaming. Esses causos são bastante abordados por incentivarem o imaginário dos artistas.

Judy Garland

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Muitos dizem que esse foi o filme responsável por destruir a vida da atriz consagrada Judy Garland. Na época com 17 anos, precisava aparentar o mais jovem possível para interpretar Dorothy. Assim, começou um ciclo intenso de dietas cruéis, onde Judy mal podia se alimentar e vivia a base de fumar cigarros para se distrair da fome.

Além disso, com a intensa rotina de filmagens para finalizar o filme mais rápido possível, ela era forçada a usar drogas estimulantes para as gravações e depois drogas depressivas para força-la a descansar no período livre e cortar os efeitos da droga anterior, o que tornou a atriz viciada em pílulas para dormir.

Além disso, Judy teria vivido momentos de abuso sexual e assédio moral em set. Segundo o ex-marido de Judy Garland, Sid Luft, em seu livro de memórias, Judy and I: My Life with Judy Garland, os atores dos munchkins, frequentemente a assediavam, colocando as mãos por baixo do vestido da atriz.

O produtor Pandro Berman revelou que, certa vez, Fleming puxou Garland de lado e lhe deu um tapa no rosto, apenas para fazê-la parar de rir durante os takes. Judy faleceu aos 47 anos devido a uma overdose acidental.

Acidentes sérios

Margaret Hamilton, responsável por dar vida à Bruxa Má, deveria cair num alçapão, sendo seguida por faíscas. No entanto, o planejamento falhou e o alçapão não abriu rápido como deveria, causando queimaduras sérias em rosto e mãos.

Já Buddy Ebsen, interprete do Homem de Lata precisou ser substituído depois de passar duas semanas no hospital e mais seis de repouso devido a tinta metálica usada para dar tom ao personagem. Essa tinta continha pó de alumínio, bastante nocivo quando inalado. O ator foi trocado por Jack Haley, que passou a ser pintado com pasta de alumínio.

Assista a sincronia

https://www.youtube.com/watch?v=NtExVJlgEC0&ab_channel=RolfRenton
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