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Sifu – Você no controle de um filme de artes marciais

Quer jogar uma história de vingança com cara de filme de artes marciais? Então, conheça Sifu

Gosta de filmes do Bruce Lee ou Jackie Chan? Queria saber como lutar como eles? Então, você… Sifu! Não… não é isso! Sifu é o game de beat’up da Sloclap que oferece a oportunidade de você se tornar um grande mestre de artes marciais, mas, antes disso, você deve treinar e aprender muito e apanhar muito! Sim, o jogo é bem técnico e você não vai resolver tudo apertando só um botão. Esquivar, contra-atacar e bloquear serão cruciais para quem quiser se dar bem nesse jogo.

Se você quiser deixar de ser um “pequeno gafanhoto” e se tornar um grande mestre do kung Fu, então, você precisará de muita técnica e prática, para dominar o momento certo de fazer cada coisa e avançar em sua busca por vingança. Vamos falar sobre o game e, nossas impressões sobre o jogo. Se faltou alguma coisa, se você gostou de Sifu ou se você só ‘sifu’ durante todo o jogo, deixe aí um comentário.

Este review foi feito com base em uma versão de review oferecida generosamente a nós pela desenvolvedora e jogado no PC. Obrigado por nós oferecer essa chance.

Sifu é um bom filme de artes marciais com você no controle

O enredo de Sifu não poderia ser mais básico e, ao mesmo tempo, mais integrado ao universo dos filmes de artes marciais dos anos 70, quando o astro Bruce Lee estava no auge com seus filmes que sempre tinha “dragão” no nome (Operação Dragão, Voo do Dragão, Fúria do Dragão e etc…). Você começa o jogo controlando um rapaz de cabelos longos e invade uma casa na bate do golpe forte, quebrando a porta e atraindo a atenção de todos dentro da sala.

Cinco ou seis adversários estão dentro dessa sala de treino e você não tem muitos tutoriais, apenas as instruções básicas para atacar ou se defender. Você seguirá por algumas salas assim, encontrará alguns do que parecem ser seus aliados e avança pelas salas. Fica claro que as pessoas que você derrota no caminho estão protegendo algo ou alguém. Claro, não é algo com o que você deve se preocupar e vai continuar avançando até chegar a última sala.

Sifu
A Artista, o Lutador, o Líder, o Botânico e a CEO

No final do caminho, você encontra mais alguns dos seus aliados atacando um velho homem. Ele manda todos se afastarem e (como se você já não estivesse esperando por isso) o velho fala que se arrependeu de ter ensinado tanto a você e que era hora de corrigir o erro dele. O velho é o seu mestre e você está lá para recuperar algo que, segundo o que você acredita, é seu por direito afinal, ninguém é mais digno de você para receber aquele poder oculto e misterioso.

Começa uma luta difícil entre você e o seu velho mestre, mas, no fim, você acaba vencendo e recupera o item mágico que estava procurando. Porém, há uma testemunha que viu tudo. Uma criança escondida dentro de um armário (aqui você poderá decidir se o personagem é um garoto ou uma garota). O cara de cabelo cumprido aparentemente não está feliz com a decisão dele, mas ordena que um dos capangas mate a criança e eles vão embora.

Mas, sem explicação a criança acorda com um colar de contas nas mãos brilhando. Essa criança deveria estar morta, mas, não está, então, agora é a sua chance de se vingar pela morte de seu pai. Se passaram 20 anos desde aquele assassinato s créditos iniciais mostram tutoriais de mais alguns golpes e apresentam cada um dos inimigos que você deverá enfrentar.

Cada um deles tem um nome e também suas funções ou títulos, como o “Botânico, que é um grande traficante de drogas, “a CEO”, uma das capangas que enriqueceu e se tornou uma grande empresária”, entre outros. Cada um deles será visto durante esse tutorial que ensina golpes importantes antes de você voltar a realidade e começar o jogo.

Você pode ir até uma lousa que contem todas as informações sobre os seus inimigos e, conforme você avança nas fases e recolhe pistas ou informações, também são acrescentadas ao board. Ali você terá informações importantes sobre os inimigos e suas atividades. Ainda há algumas fotos que mostram que todos eram alunos do seu pai e até mesmo te conheciam, eram amigos e treinaram como você. Tudo isso foi jogado no lixo.

Depois, você pode ir até o lado de fora do seu dojo e visitar uma pequena árvore que abrirá sua árvore de habilidades ou olhar pela janela e ir para as fases. Cada uma delas tem um chefe final, sendo:

  • Os Becos – Fajar (O Botânico)
  • O Clube – Sean (O Lutador)
  • O Museu – Kuroki (O Artista)
  • A Torre – Jinfeng (O CEO)
  • O Santuário – Yang (O Líder)

Um pouco de souls like no seu kung fu

A primeira será chamada de “Becos” e lá você começa sua jornada por vingança. O estilo do jogo lembra um pouco aqueles jogos da linha “souls”, com cenários que se parecem corredores, mas que tem um “atalho” que você pode usar para chegar a certas partes do jogo. Por exemplo, no primeiro cenário há uma parte onde você pode abrir uma porta e chegar a um galpão de fabricação de drogas ou subir uma escada, que fará você dar uma volta pelos andares do prédio, derrotar mais alguns inimigos e chegar nesse mesmo galpão.

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Três opções de resposta e só isso

Em uma rota o caminho é mais direto, mais rápido e a outra te fará levar mais tempo para chegar ao chefe final e te dará mais experiência e você encontrará algumas pistas sobre ele. Um será mais longo, mas terá mais recompensas. Porém, como você pode fazer a mesma fase quantas vezes quiser, nada impede você de percorrer as duas rotas e melhorar suas habilidades.

Tem alguns diálogos no meio do caminho também, mas eles também influenciam pouco ou nada na história. Escolhendo uma resposta você pode evitar uma luta, mas não há nada que vá mudar o final do jogo, como em RPGs. Aqui, as escolhas de falas são só para que você tenha um pouco de personalidade ao seu personagem.

Ao longo do caminho você poderá encontrar algumas armas como tacos de basebol, cabos de vassoura, garrafas e canos de ferro, que quebram depois de algum tempo de uso, mas podem ajudar você a derrubar um inimigo mais fraco com um só golpe. Também não há itens de cura. A única forma de recuperar seu HP é com um upgrade que devolve um pouco de energia quando você finaliza um inimigo.

Além da barra de HP, você também tem que ficar de olho na sua barra de “equilíbrio” ou “balanço”. Conforme você apanha ou se defende, essa barra vai aumentando e, se ela encher, você desequilibra e isso permite que os inimigos encaixem golpes mais fortes, que vão te derrubar no chão. Recuperar essa barra depende das suas esquivas. Quanto mais perfeitas elas forem, melhor. Isso vai te ajudar a recuperar o seu “balanço” e vai dar a chance de você contra-atacar os adversários.

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Demolidor? Demolidor é o meu pé na orelha dele

Também há o “foco”, que permite que você se concentre em um ponto dos inimigos e aplique um golpe mais forte. Imagine aquele famoso “soco de uma polegada”. É mais ou menos isso. Você vai focar seu golpe em um ponto específico do inimigo e poderá atacá-lo com mais força. Os pontos dependem do inimigo e de como ele está avançando contra você. Mas, é bem divertido ver eles apanhando das formas mais criativas e doloridas.

Por outro lado, morrer para você também é um problema sério.

Um ano morto?

Você começa Sifu como um mestre de Pak Mei de 20 anos. Você tem que invadir os esconderijos de cinco grandes capangas e matá-los em uma ordem predeterminada. Toda vez que você morre, você ressuscita com uma barra de vida reabastecida e mais alguns cabelos grisalhos. A quantidade de envelhecimento que você fará é uma sequência determinada pela sua contagem de mortes atual. Após sua primeira morte, você terá 21 anos; após o segundo, você terá 23 anos; após o terceiro, você terá 26 anos; e assim por diante.

Se você chegar aos 70 anos, a mágica do seu pingente sumirá e é game over. Se em vez de reviver, você escolher desistir da luta, você não envelhece, mas perde tudo o que liberou, exceto as informações e habilidades permanentes. Espero que você ainda não esteja confuso, porque estamos apenas começando.

Cada década que passa é um marco. Você ganhará um pouco de poder de ataque, mas sua saúde máxima diminuirá. Isso é legal. O equilíbrio de risco e recompensa em combate evolui à medida que você envelhece em uma rodada.

Cada morte também lhe dará acesso a uma pequena loja onde você pode gastar pontos de experiência em combos e habilidades extremamente úteis, como pegar projéteis arremessados, executar uma sequência de defesa prejudicial ou um chute deslizante que derruba os oponentes. Legal! Simples o suficiente.

Cada uma dessas habilidades tem um limite de idade específico. Não se pode ensinar novos truques a um cachorro velho, suponho. Você também tem a opção de recomprar uma habilidade que já possui. Você não desbloqueia uma versão melhor dele, mas se você comprá-lo cinco vezes, ele será desbloqueado em todas as execuções subsequentes, como se você tivesse dominado aquela habilidade de vez para toda a vida.

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Quando você parar de rir, a gente continua

Este sistema é muito para absorver, e até mesmo a interface se esforça para entender isso. A tela de atualização é um dilúvio de pontos pretos, cinza e rosa; Custos de XP; dicas de ferramentas; e termos e condições. O processo de gastar experiência em habilidades já desbloqueadas não é recompensador.

Você também pode aumentar suas estatísticas principais com santuários, que são intercalados em cada nível. Enquanto as outras atualizações são principalmente habilidades e ataques ativos, os santuários concedem benefícios passivos: coisas como maior durabilidade das armas, recuperação de saúde com nocautes dos inimigos ou até mesmo uma chance de redefinir seu contador de mortes.

Cada santuário permite investir um ponto em uma dessas nove vantagens, cada uma com três níveis. Que moeda você usa para desbloquear essas vantagens? Bem, depende da vantagem. Alguns são desbloqueados com experiência, alguns simplesmente por estar abaixo de uma certa idade e outros com a terceira moeda abstrata de “pontuação de nível”.

Porém, o jogo não vai te lembrar as coisas que você já comprou ou não em cada uma das suas tentativas. Se você morrer, exceto que tenha desbloqueado algo permanente, você precisará se lembrar por si o que você liberou em cada tentativa, tornando quase impossível planejar facilmente sua construção ou até mesmo manter qualquer compreensão confiável de suas próprias habilidades.

Sifu é um roguelite muito difícil, e você, naturalmente, terá que repetir os níveis até cansar. No entanto, vale a pena mencionar que os layouts de nível e os posicionamentos dos inimigos são idênticos em cada tentativa. Em Sifu, isto é impossível. As lutas são roteirizadas. As portas ficam trancadas até que todos os capangas sejam derrotados. A tentativa de volta a um chefe pode levar de 10 a 15 minutos se tudo correr bem para você. Se tudo correr mal, você pode terminar uma rodada com mais de 50 anos!

Tira casaco, coloca casaco

Repetir, melhorar e evoluir são as chaves para a vitória em Sifu. Cada sala que você entra é como um quebra-cabeça de combate que precisa ser resolvido e depois dominado. Você pode passar por um encontro na primeira tentativa, mas se você tomasse alguns socos ou morresse várias vezes, você realmente resolveu alguma coisa? A mecânica de envelhecimento de Sifu significa que você inevitavelmente repetirá a maioria das lutas várias vezes até que cada sala seja abordada com uma mistura de improviso e previsão.

Completar um capítulo significa que você começará o próximo na idade em que terminou o último, quer isso signifique que você tem 31 ou 68 anos. A idade mais jovem em que você inicia um capítulo é sempre salva, para que você possa retornar aos capítulos anteriores sem ter se preocupar em perder um posto de controle vital. Isso é fundamental, pois você precisa completar o jogo inteiro antes de morrer aos 70 anos.

Você retornará regularmente aos capítulos anteriores para tentar terminá-los mais cedo e ter mais liberdade para seguir em frente. Isso parece uma tarefa assustadora, mas a Slocap não é sádica o suficiente para não adicionar alguns atalhos ao longo do caminho.

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Não seria a mesma coisa sem uma porradaria em um corredor, não é?

Os ambientes em Sifu se espalham regularmente, seja lutando contra a capangas em uma boate, arremessando peças de arte para os seguranças em uma impressionante galeria ou avançando verticalmente em um imponente prédio de escritórios. Para quebrar o combate e dar um pouco de fôlego, Sifu toca em alguns elementos investigativos espalhando evidências dentro de cada nível.

Este pode ser um panfleto para um santuário de cura de propriedade do chefe final, ou um perfil de revista que oferece algumas informações sobre outro dos chefes. A maioria dessas coisas é supérflua, uma vez que a história toda não é desenvolvida por esses pedaços de informação. No entanto, você também encontrará chaves e códigos de porta que abrirão atalhos regularmente, permitindo que você ignore grandes seções de um nível em visitas repetidas ou encontre alguma coisa que possa facilitar o próximo encontro.

Complexo e simples ao mesmo tempo

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Simples não quer dizer feio

Se amo mesmo tempo, Sifu tem um complexo sistema de mortes e evolução, em suas técnicas de artes marciais que coloca você para realmente ter que aprender a esquivas e atacar na hora certa, ele é bem simples em todo o resto. Os gráficos são cartunizados, com um estilo que lembra um pouco aquela pintura de Arcane, só que mais simples. Não há uma customização de personagem, embora o passar dos anos seja refletida em seu personagem, deixando seus cabelos grisalhos e movimentos mais precisos.

Os cenários em Sifu também são bacanas, mas você vai ver muitas vezes as mesmas coisas copiadas e coladas por aí. Claro, não é a intenção da Sloclap criar um mundo aberto super-rico e detalhado como um Final Fantasy da vida, mas sim entregar uma experiência satisfatória de combate que faça você realmente suar para avançar em meio a um monte de inimigos. E nesse ponto, o jogo está entregando muito bem o que ele se propôs a fazer.

As músicas de Sifu também se encaixam com o clima do game, lembrando um pouco aqueles momentos mais dramáticos dos filmes do Jet Li, com temas que misturam flautas e tambores com música eletrônica e outras batidas. Você vai se sentir realmente no meio de um duelo shaolim quando estiver prestando atenção na música, porque, às vezes, são tantas coisas acontecendo que é fácil nem prestar atenção nela. Mas, se você ficar um tempo parado ouvir, as músicas são bem agradáveis e atmosféricas.

Em relação a bugs ou problemas, em minha jogatina de Sifu, eu não encontrei nada que desabone o game ou tornasse ele injogável, mesmo sendo uma versão de review. Só encontrei essa mochila voadora que não é nada demais. Mochilas voam assim o tempo todo, não é?

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Essa mochila domina alguma técnica antiga de levitação

Claro, quando você está muito perto de algum objeto ou parede, é possível que você encontre problemas de câmera, o que pode ser fatal dependendo da situação, mas é contornável. Esses problemas de câmera são comuns em jogos de terceira pessoa e podem atrapalhar um jogo, mas, por enquanto, ficando longe das paredes, já é uma forma de se resolver isso.

Afinal, é bom ou não é?

Sim, no final das contas, Sifu é sim muito bom! Se você gosta do gênero beat’up e esperava um bom jogo ao estilo em 3D, Sifu é para você. Gosta de jogos ai estilo souls like, com uma boa dificuldade? Sifu também é para você. Gosta de artes marciais e muita porradaria cheia de movimentos legais? Sifu também é para você.

Quer um jogo que vai te divertir por horas por um preço amigável? Sifu, que foi lançado na Epic Games com exclusividade por R$ 75,99 para o PC. Então, pegue tudo o que aprendeu com seu kung fu e vá atrás da sua vingança. Agora, se você quer uma história bem elaborada, profunda com muito misticismo e filosofia das artes marciais, então, talvez você fique um pouco decepcionado com Sifu.

A história de Sifu em si é o seu conto de vingança padrão, pois nosso protagonista sem nome está em busca de vingança contra os cinco mestres de kung fu que mataram seu pai. O protagonista é um vácuo de personalidade, e você não passa tempo suficiente com cada um dos cinco chefes para que eles deixem uma marca (quer dizer, supondo que você não demore muito tempo para vencê-los. Caso contrário eles deixarão uma boa marca em você. Raiva!).

No entanto, é decepcionante que a narrativa não se aprofunde nas ramificações do uso do pingente mágico e questione se a vingança vale uma vida inteira. Talvez não precise ser tão direto e a mecânica do envelhecimento possa falar por si, mas isso se resume a uma questão de preferência pessoal.

Os seus inimigos são apenas o que os nomes indicam. Lutador, CEO, artista, líder… não há nada neles que vá te causar alguma grande impressão. O item que foi roubado é o típico “MacGuffin” desses filmes de artes marciais (não vamos spoilar o que é, mas, pode apostar que não é nada que você já não tenha visto em filmes do gênero antes) e será usado como arma pelo vilão principal para dificultar ainda mais a sua vida.

Sifu provavelmente reabrirá o debate sobre a dificuldade dos jogos (tanto que a versão de review recebeu uma atualização que deixava o primeiro chefe menos punitivo), e certamente é uma pena que mais pessoas não queiram experimentar o jogo por causa da barreira de entrada. Há uma justificativa mecânica e de design para ter uma curva de aprendizado tão íngreme, e é parte do que torna Sifu tão atraente.

Não se torna um sifu do dia para a noite, e o jogo não seria tão interessante e desafiador se a sua jornada de aluno a mestre se resolvesse com apenas um botão sendo amassado o tempo todo. Cada vez que você acerta uma esquiva e um contra-golpe é emocionante, principalmente porque é governada pelo seu próprio nível de habilidade aprimorado cada vez mais, em vez da progressão tradicional do personagem. Em Sifu, não adianta só desbloquear a habilidade se não souber o momento certo de usá-la e treinar bastante para que cada movimento saia no tempo certo.

Há momentos memoráveis que se destacam, como as lutas contra chefes e uma recreação agradável da icônica cena do corredor de Oldboy, mas é o combate de Sifu que brilha mais intensamente. Por mais único e interessante que seja sua mecânica envelhecimento, não seria tão interessante sem o combate complexo garantindo que cada replay seja tão envolvente quanto o anterior.

Onde comprar?

PlayStation StoreR$ 214,90
Epic GamesR$ 75,99

Sifu

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Sifu

Sifu

Paulo “Doido” Fabris

Gráficos
Música
Jogabilidade
Diversão

Ficha Técnica

Desenvolvedor: Sloclap
Distribuidor: Sloclap
Plataformas: Microsoft Windows, PlayStation 4 e PlayStation 5

Prós:
Jogo de pancadaria franca, sem soco fofinho;
Cenários bem feitos e com belos visuais cartunizados;
Músicas atmosféricas e que combinam com o tema, misturando sons tradicionais com batidas eletrônicas;

Contras:
Difícil de pegar os controles e memorizar o que você tem ou não habilitado;
A história poderia ser mais elaborada;
Muitas vezes você não usará suas habilidades por nem lembrar delas;
Um complexo sistema de mortes, renascimento e envelhecimento.

4.4

Requisitos mínimos e recomendados

Sifu é um jogo bem ágil e pode exigir um pouco do seu computador pela velocidade, mas os gráficos não são pesados e você pode rodar ele em configurações mais altas sem nenhum problema. Veja os requisitos mínimos e recomendados para jogar Sifu no seu computador.

Requisitos mínimosRequisitos recomendados
Sistema Operacional WindowsWindows 8.1[amazon link=”B09R5SFNH4″ title=”Windows 10″ tracking_id=”mg-paulo-20″]
Processador do WindowsAMD FX-4350 ou [amazon link=”B00995248I” title=” Intel Core i5-3470″ tracking_id=”mg-paulo-20″] ou equivalenteAMD FX-9590 ou Intel Core i7-6700K ou equivalente
Memória do Windows8 GB de RAM10 GB de RAM
Armazenamento no Windows22 GB22 GB
Placa de vídeo para Windows[amazon link=”B09G3GSQ43″ title=”Radeon R7 250″ tracking_id=”mg-paulo-20″] ou GeForce GT 640 ou equivalenteGeForce GTX 970 ou Radeon R9 390X ou equivalente
  • Áudio: inglês
  • Texto: inglês, chinês simplificado, chinês tradicional, holandês, francês, alemão, italiano, japonês, coreano, polonês, português, russo, espanhol (Espanha), turco

Agora, deixe aí nos comentários: Você curtiu o jogo? Já jogou Sifu? Achou ele difícil? Aproveite e leia mais reviews no nosso site.

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