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Review: Scorn – Um Bizarro Jogo de Terror [Análise Completa]

Scorn é um jogo de terror em um mundo bizarro e arrepiante, mas não chega a assustar.

Scorn, é um jogo de terror singleplayer em primeira-pessoa, criado pela desenvolvedora Ebb Software e distribuído pela Kepler Interactive, e está disponível para PC com Microsoft Windows, Xbox Series S|X, inspirado na arte de H.R. Giger, um artista plástico suíço proeminente no campo da pintura e escultura que trabalha muito utilizando o horror e o erotismo como tema de suas obras. Obras essas cujo a sensação foram transportadas fielmente para o game criando um cenário “bio-pink”, com paredes e estruturas que se parecem o interior de uma nave xenomorfo (da franquia Alien).

Na realidade, não sou fã de jogos de medo ou susto. A franquia Resident Evil, que não é tão assustadora assim, até hoje, só fui até o final de um jogo, Resident Evil Outbreak do PlayStation 2.

Prefiro realmente coisas mais leves e divertidas, porém, tem muita gente que acha diversão em tomar sustos (não sou um desses) e em desafios, enigmas e jogos que não te dão uma direção exata de onde ir ou o que fazer, deixando por conta do jogador descobrir como avançar no game. E para essas pessoas, Scorn pode ser uma excelente opção de jogo.

Se você não se sente confortável com coisas que se parecem com carapaças de inseto ou muito secas então Scorn vai te levar ao máximo dos arrepios, mas, para todos os outros, que apreciam uma boa estética que mistura metal e carne, então o game pode ser uma excelente pedida. Mas, e em relação aos sustos? E em relação ao gameplay? Vamos falar um pouco das nossas impressões de Scorn e, se você ficar com alguma dúvida, é só deixar aí nos comentários.

Explorando um mundo estranho

A história de Scorn é… alguma coisa. Em todo o meu gameplay não encontrei (ou não entendi) a história do game. Não sei o que estou fazendo naquele labirinto estranho, não sei qual é o meu objetivo, não sei quem sou e tão pouco, não sei como fui parar lá. Se o objetivo da Ebb Software é deixar o jogador sem rumo, então, meus parabéns, vocês cumpriram com sucesso. Para falar a verdade, também não fui procurar vídeos do tipo “Entendendo Scorn” ou “Desvendando o final de Scorn”, pois não quero spoilers do jogo.

Prefiro tentar rejogar e entender o que acontece lá por mim mesmo. Afinal, como já devo ter dito em algumas análises, o que mais gosto são as histórias e fazer isso estragaria o meu motivo para jogar esse game. Para quem ficou curioso, o que posso dizer é: Você começa o jogo como uma criatura cadavérica e estranha que está “grudada” ao chão. Você não está sozinho ali, tem várias outras “pessoas” coladas ao chão e as paredes, como se você fosse “incorporado” ao local (talvez as paredes sejam feitas todas de pessoas coladas? Quem sabe.), mas consegue “se soltar”.

A falta de dúvida ou medo do seu protagonista indica (pelo menos, para mim) que ele é (ou era) parte daquilo. Talvez um trabalhador ou escravo que operava naquele local e foi descartado pelos seus “mestres” (ou está cumprindo suas funções normalmente? Talvez aquilo seja só mais um dia de trabalho?). Estranhamente, pela falta de dúvida e medo do personagem, também há uma falta de embatia com outras criaturas vivas que você encontra.

O personagem não teme enfiar a mão em “buracos”, não hesita em levar outras criaturas estranhas para um fim certo e nem estranha o funcionamento dos bio-mecanismos que estão espalhados pelo labirinto. Ele anda pelos corredores sem hesitar, mexe em todos os switchs e alavancas sem “estranhar” ou pensar “como isso funciona mesmo?”, manipula objetos como armas ou um estranho “plugue de pulso” que mistura aquele USB pontudo da mão do Robocop com o disparador de teia do Homem-Aranha sem nenhum receio.

Tudo é muito “ok” para ele, então, me faz suspeitar de que o personagem é apenas uma peça descartável e desimportante daquele mundo. Novamente, não quero estragar a história de vocês revelando exatamente o que é a criatura e o motivo dele estar lá, assim como não quero estragar a minha história quando finalmente tudo fizer sentido para mim, então, vamos deixar aqui apenas essas impressões sobre o personagem e o mundo ao redor dele.

Scorn | ebb software, pc, scorn, singleplayer, survival horror, terror, xbox | review: scorn - um bizarro jogo de terror [análise completa] | 75856a00 imagem 2022 10 21 195211962 | análises
O deserto

Esse mundo também é outro mistério. É a Terra? Não é? É um mundo alien? É no futuro? Não sei. Mas, a parte em que passei pelo “lado de fora” do labirinto estava deserto, cheio de cadáveres decrépitos (não que o meu personagem fosse um Brad Pitt em comparação aos outros no chão), um céu carregado de tempestades de areia e devastação toda, exceto por essas estranhas máquinas biológicas. Era uma paisagem morta e desesperadora, mas novamente, nenhuma reação por parte do nosso personagem.

Essa situação pode ser apenas fruto da escolha dos desenvolvedores de deixar que a nossa reação a tudo aquilo seja a reação do personagem, para que haja uma imersão maior ou apenas não quiseram dar tantas emoções ao personagem, deixando-o uma “casca” que vaga por um mundo destruído? Eu prefiro acreditar na minha teoria criada na minha mente de que, o personagem não reage a nada daquilo por estar acostumado com o mundo daquela forma. Mas, porque tudo parece deserto e por quê só ele “levantou” do chão e foi fazer as tarefas? Não sei… ainda!

“Existe uma história?”, você me pergunta. Sim, Scorn tem uma história. Não sei ainda, mas de primeiro momento, trata-se de deslizar para fora de uma cápsula, cambalear pelo deserto e se encontrar em uma estranha e enorme máquina apodrecida feita de rocha e carne que já está décadas em abandono e decadência, e onde a maioria das coisas parece um pouco fálica ou uterina. Se você prefere desvendar a história do jogo, pode procurar algum vídeo que explica aquilo tudo, mas eu prefiro tentar juntar as peças desse quebra-cabeça antes de pedir que alguém me conte o que eu não entendi.

Requisitos Mínimos e Recomendados

MÍNIMOS
Sistema OperacionalWindows 10
Processador[amazon link=”B07SQBFN2D” title=”QuadCore AMD Ryzen 3 3300X” tracking_id=”mg-paulo-20″] / [amazon link=”B07S9M32FG” title=”Intel Core i5-8400″ tracking_id=”mg-paulo-20″]
Memória[amazon link=”B07WD5VKTS” title=”8 GB de RAM” tracking_id=”mg-paulo-20″]
Placa de vídeo[amazon link=”B0B22SS9ZB” title=”NVIDIA GeForce GTX 1060 (3 GB)” tracking_id=”mg-paulo-20″]
DirectXVersão 12
Armazenamento50 GB de espaço disponível
RECOMENDADOS
Sistema OperacionalWindows 10/11
Processador[amazon link=”B07STGGQ18″ title=”AMD Ryzen 5 3600″ tracking_id=”mg-paulo-20″]/[amazon link=”B07598HLB4″ title=”Intel Core i7-8700″ tracking_id=”mg-paulo-20″]
Memória[amazon link=”B08FLHR69D” title=”16 GB de RAM” tracking_id=”mg-paulo-20″]
Placa de vídeo[amazon link=”B0899JHJ6K” title=”NVIDIA GeForce RTX 2070 (8 GB)” tracking_id=”mg-paulo-20″]
DirectXVersão 12
Armazenamento50 GB de espaço disponível

Jogabilidade e Gráficos

Em relação ao gameplay do Scorn, ele é bastante simples. É um jogo singleplayer onde você anda pelo mapa, tem um botão de ação, um botão de mira (quando tem uma arma), um botão para abrir um pequeno inventário e o botão para sair do jogo, abrir as configurações e isso lhe explicações do que você pode fazer, como quais atalhos usar para mudar de arma ou se curar. Nada de complexo.

Scorn também não tem diálogo, nem mapa. Ele realmente não tem um HUD, não tem marcadores de missão, e seu personagem não vai, ao ver um novo dispositivo estranho, dizer algo como “Hmm … isso parece uma chave. Talvez se eu encontrar as duas peças faltando, vai abrir um caminho a seguir!”. Ele nem vai fazer foco para o corredor que você deve verificar a seguir. Você apenas tem que olhar ao redor, experimentar e descobrir. Você pode olhar para os lados com o mouse e, uma das poucas coisas que você verá com mais frequência são as mãos cadavéricas do seu personagem.

Scorn
A mimir

Você vai explorar as salas do jogo e encontrar salas com algum mecanismo estranho e alguma coisa, como um pedestal ou saliência nas paredes ficarão com uma silhueta branca em volta. Se o item pode ser usado, tem uma bolinha branca em cima. Se não, é um círculo branco vazado. Você clica e faz um barulho como um “clac clác” indicando que não dá para usar.

Então, resta explorar o cenário, procurar alguma coisa que seja interagível e interagir com ele. Assim que você ver o que acontece ao mexer com o objeto, entender ele e descobrir o que ele faz e pensar em como isso pode fazer sentido combinado com a outra coisa que você viu na sala anterior. Você também tem um “inventário”, muito limitado, que você pode ver o que você pegou no caminho e as munições da sua “arma”. Claro, munição é muito limitada e muito escassa, mas há uma arma (a pior do jogo) que tem munição ilimitada.

Porém, depender dela é um suicídio. Você até consegue se virar no jogo sem outras armas mais potentes (possivelmente veremos vídeos de “zerando Scorn só com a arma inicial” ou “zerando Scorn sem tomar dano”), e a ideia do game é mesmo fazer com que você tenha medo, mas para quem quer algo mais causal e se divertir sem stress, então Scorn vai ser algo que cansará rapidamente.

Na parte gráfica, Scorn é um primor. Desenvolvido na Unreal Engine, o game leva a inspiração da arte grotesca de H.R. Giger ao último nível! Você terá pesadelos a noite de andar pelos corredores escuros e úmidos que parecem se parte do intestino de alguma criatura. O lugar me dava muito a impressão de estar dentro de uma nave alienígena da franquia Alien, com aquela estética “óssea” e “magra”, como se as paredes fossem o tronco de uma pessoa muito magra, com as costelas salientes e as colunas se pareciam com… colunas humanas.

As estruturas, como comentado acima, também tinham um ar meio de “útero materno” com capsulas com “alguma coisa” dentro, mergulhada em um líquido e coberto por uma membrana que se rompe e deixa o “alguma coisa” sair. Também há coisas parecidas com os “face hunger” de Alien, que vão pular em você. Também dito, objetos em formato fálico são presentes e algumas coisas que parece que saíram de animes hentai de tentáculos. Não precisa ter medo disso, pois, pelo menos, nesse quesito, o jogo não vai te pegar.

Contudo, tenho que confessar que, embora tudo seja bizarramente bonito e bem-feito, Scorn falha em um ponto primordial: dar medo! Em toda a minha gameplay, não tomei um susto sequer. Até mesmo a criatura que pula em cima de você e te abraça, integrando-se a você, que deveria ser uma cena assustadora com um “jump scare”, não me deu um susto. E olha que eu estava jogando com fones de ouvido e luz apagada para entrar no clima do jogo. Mas nada! Nada de susto.

(para não dizer que eu não tomei nem um sustinho, um contêiner que se mexeu quando eu me aproximei me fez “dar um passo para trás”)

Diversão

Minha live jogando Scorn

Este é um ponto muito subjetivo, então, vou compartilhar MINHAS impressões sobre o assunto, o que pode não ser unanimidade. Aqui precisamos entender que a mesma experiência que eu tive pode não ser a mesma para outras pessoas, então, não deixe que isso influência totalmente a sua decisão de comprar o game. Experimente por você mesmo e, se achar legal, compre. Dito isso, no quesito diversão, eu, pelo menos, não tive a melhor experiência em um game.

Os cenários grandes e desertos de Scorn te deixam com uma sensação de tédio depois de um tempo percorrendo corredores, sem saber o que tem que se fazer, indo e voltando pelas mesmas rotas. A expectativa de “agora vai acontecer algo” e nada acontece, em um momento, acaba te deixando cansado e pensando “nossa, podia aparecer um monstro e me matar logo”. Até um momento em que cheguei em uma sala cheia de corpos no chão e um dos corpos ‘mexeu a mão’ não me assustou porque eu já esperava que algum deles iria se mover de alguma forma, então, o clichê da “mão que desliza” não me pegou desprevinido.

Essa sensação eu tive uma vez jogando o antigo Slender: The Eleven Pages. Em um momento, fiquei tanto tempo rodando aquela floresta, a lanterna apagou e eu não encontrava nada, eu pensava que o Slender podia aparecer de uma vez. Sem susto, só alívio.

Scorn tem esse problema, pois um tempo muito grande do jogo te deixa sozinho, explorando túneis e resolvendo quebra cabeças sem nenhuma indicação do que fazer e, que sem a solução delas, você não consegue avançar. Um momento de puzzle com uma garra, tendo que mexer em uns casulos, para chegar a um determinado ponto de uma máquina foi tão complicado para entender o que se tinha que fazer que eu pensava em desistir e ir procurar uma outra rota, mesmo eu sabendo que isso não existia.

Dá para entender que o principal componente do jogo é o medo, desorientação e sensação de abandono, mas uma ou outra dica de como resolver os problemas seria muito bem-vinda e tornaria o game um pouco mais dinâmico. Se acharem que isso estragará o game, deixe como uma opção para quem quiser ativar ou não uma função de “hints”.

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Combate

Os problemas de combate no Scorn começam quando você pega uma arma com um Pistão retrátil (as armas do jogo não tem nome, então vamos chamar de Pistão). O Pistão é bom para coisas como estourar inimigos flutuantes, mas praticamente inútil contra qualquer outro tipo de inimigo. É incrivelmente fraco e lento, o que não seria tão ruim se tivesse um pouco mais de alcance.

Scorn
O Pistão

Isso força você a se aproximar dos inimigos, e isso também não seria tão ruim se esses inimigos não pudessem acabar com você com alguns poucos “quase impossíveis de evitar” acertos. Tem inimigos e combates que você pode escapar furtivamente, mas outros não. Para piorar a situação, o sistema de checkpoint do jogo é uma fonte de frustração por si só. Um exemplo disso é quando encontrei um inimigo em um corredor, não tive escolha a não ser passar por ele para continuar para a próxima área.

Minha saúde já havia sido reduzida pela metade, neste momento, por causa da criatura parasita (falei dele acima) que se apegou ao meu personagem e, de vez em quanto (só pela zoeira) enfiava as mãos no meu estômago, causando danos a cada vez e deixando o personagem cada vez mais perto da morte. Eu não tinha mais nada para me curar, e nenhum jeito de voltar para a área anterior para procurar itens de cura. Tudo o que eu tinha era o Pistão.

Enquanto eu tentava usar estrategicamente o Pistão, batendo e fugindo, fui morto, várias vezes e enviado de volta ao último checkpoint. Repeti o processo até que finalmente consegui passar… apenas para me encontrar outro inimigo que não tinha escolha a não ser lutar para continuar para a próxima área.

Mesmo quando você encontra armas diferentes no Scorn, você ainda terá encontros com inimigos incômodos que parecem injustos e uma verdadeira luta para superar. Então, se o seu negócio é combate, Scorn pode não ser o negócio mais divertido do mundo (embora, provavelmente, em breve, terá algum vídeo “zerando Scorn só com o Pistão”). Os puzzles são um ponto difícil do game, mas os combates são o verdadeiro problema, mas não por serem difíceis ou desafiadores e sim por serem mal executados mesmo.

Música e Efeitos Sonoros

A estranha ferramenta de mão do jogo

Scorn, como era de se esperar, não tem uma música proeminente o tempo todo. Você tem o barulho dos seus passos em um lugar vazio e abandonado, alguns sons de máquinas estranhas que funcionam quando ligadas e um ou outro barulho ao longe, como um jorro de vapor ou batida metálica podem ser ouvidos, mas não me lembro de ter experimentado nenhuma sensação de som ambiental surrond, que dá uma imersão ao jogo. Esses recursos devem estar presentes no game, mas acho que, se eles fossem marcantes o bastante, eu me lembraria deles. Pode ser meu fone de ouvido também… nunca se sabe.

Uma coisa constante é o barulho do vento. Você terá muito barulho de vento, do começo ao fim, pelos corredores do game, o vento é uma constante. Seja mais forte em áreas externas ou mais baixo em momentos internos, o vento vai te acompanhar por uma boa parte do jogo. Também há os gritos dos monstros e barulhos deles rastejando pelos corredores e alguns gritos. Não é nada assustador ou impressionante, mas estão ali.

Se você quer experimentar a música do jogo, sem a distração de resolver puzzles, a Steam tem um DLC grátis com o soundtrack original do game para você baixar. Aqui é melhor você ouvir por si mesmo e apreciar a trilha sonora sem distrações, pois tem algumas composições muito boas que se perdem em meio ao

Afinal, é bom ou não é?

Aqui fica por sua conta. Gosta de puzzles? Sim, Scorn te oferece muitos momentos em que você ficará com dor de cabeça para descobrir a solução de problemas e dará umas boas 5 ou 6 horas de jogo.

Gosta de um combate dinâmico e equilibrado? Esqueça Scorn. Mas se você gosta de um combate desequilibrado, frustrante e quase impossível? Então Scorn é para você!

Gosta de uma lore muito elaborada e imersiva? Uma história profunda e personagens cativantes? Então, Scorn não tem nada para você!

Quer tomar sustos? Tem coisas melhores para isso por aí.

Em relação a bugs, não vi nenhum bug em minha gameplay, mas enfrentei dois crashs em momentos que as coisas começaram a explodir e sacudir muito. Não sei se isso é um problema do jogo ou do meu drivers AMD (que já travaram e crasharam outros games), então não vou por esse ponto como um demérito do game. Se você enfrentou bugs ou crashs assim, deixei aí nos comentários.

No resumo, Scorn é um game muito bonito e com um cenário absurdamente detalhado e intrigante. A estética alienígena, biopunk e grotesca de carne e metal na qual você é inserido é deslumbrante. Você ficará arrepiado e incomodado com aquelas coisas estranhas, grotescas e a sensação de pontas, tubos e implantes na carne do personagem e das outras criaturas do game. Nesse ponto, Scorn faz muito bonito. Mas, fora isso, ele fica no mediano em todo o resto, tornando-o algo mais legal de se ver do que de se jogar.

Onde Comprar?

SteamR$ 75,99
Epic GamesR$ 75,99
Xbox StoreR$ 75,99 (ou incluso no Gamepass)

Scorn – Veredito

Scorn
Scorn

Scorn

Por Paulo “Doido” Fabris

Gráficos
Música
Jogabilidade
Diversão

Ficha Técnica

Desenvolvedor: Ebb Software
Distribuidor: Kepler Interactive
Plataformas: Xbox Series X, Series S e Microsoft Windows

Prós:
Gráficos muito detalhados e bonitos;
Puzzles desafiadores;

Contras:
Sem uma história, personagens ou diálogos;
Não dá sustos;
Músicas ausentes;
Combate frustrante;

3.5

FAQ Rápido

Scorn está disponível no ps4?

Atualmente apenas no PC e Xbox Series X | S. O jogo está disponível apenas no PC e Xbox Series X e S. No PC, você pode comprar o Scorn nas lojas online Steam e Epic Store.

Scorn é um jogo de terror?

Scorn é um videogame de aventura e terror de sobrevivência biopunk em primeira pessoa desenvolvido pelo estúdio sérvio Ebb Software para Microsoft Windows e Xbox Series X/S. O jogo é inspirado nas obras de artistas visuais como H. R. Giger.

Quanto tempo dura o Scorn?

Scorn oferece cerca de cinco a seis horas de jogo. Não desbloqueáveis no game (mas há conquistas Steam), por isso, esse é o tempo estimado para se realizar 100% do jogo.

Existem Múltiplos Finais em Scorn?

Para ser claro, Scorn não tem múltiplos finais. Embora alguns quebra-cabeças tenham soluções alternativas para chegar a uma solução, nenhum deles realmente afetará o final.

Agora, deixe aí nos comentários. Você jogou Scorn? Encontrou alguma história no jogo? Concorda com o review? Fale conosco e aproveite para ler outros reviews no nosso site.

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